"HÁ ESCOLAS QUE SÃO GAIOLAS E HÁ ESCOLAS QUE SÃO ASAS.” (Rubem Alves)

domingo, 27 de setembro de 2009



ERA UMA VEZ.................

Procuramos na sala do CEM ( Centro de Multimeios - Sala de Histórias) diversificar os momentos de contação de histórias . Aproveitando esse momento de forma criativa e com dinâmicas variadas de acordo com a faixa etária das crianças, com atividades pedagógicas que enfoquem: fantoches, cenários, fantasias, leituras de gravuras, histórias sem textos, leitura apenas do início e do meio permitindo que as crianças imaginem e levantem hipóteses sobre o final da história, dobraduras, músicas etc.









ZÉ DENTUÇO MARIA CHICOTAContar histórias a uma criança pequena é uma atividade bastante corriqueira, nas mais diversas culturas do mundo e em várias situações, tanto no âmbito familiar como no escolar. Como se sabe, essa prática vem se reproduzindo através dos tempos de maneira quase intuitiva. Contudo, alguns estudos já demonstraram o importante papel que as histórias desempenham nos processos de aquisição e desenvolvimento da linguagem humana.




























HISTÓRIA: MACAQUINHO

Quando ouve histórias, a criança aprende pela experiência a satisfação que uma história provoca; aprende a estrutura da história, passando a ter consideração pela unidade e seqüência do texto,a surpresa de um personagem, e o tão esperado era uma vez... e viveram felizes para sempre.



HISTÓRIA DE OBJETOS: O LOBO E OS SETE CABRITINHOS

Do ponto de vista psicológico, podemos refletir sobre o impacto e a fascinação que as histórias exercem sobre a criança, de qualquer raça, faixa etária ou inserção social, tanto normal quanto portadora de algum distúrbio (de origem física, psíquica ou funcional). As histórias são um denominador comum a todas as crianças. Assim, para que uma história realmente prenda a atenção da criança, deve entretê-la e despertar sua curiosidade.














HISTÓRIA: A CENTOPÉIA QUE SONHAVA

O contato diário com a leitura, ouvindo histórias ou manuseando os livros, é muito importante para o desenvolvimento do "cidadão-leitor".

Tão importante quanto ouvir histórias infantis é a exploração, apreciação e a visualização de livros de gravuras, que possibilitam criar histórias, alimentando a criatividade e o imaginário, o que oportuniza o conhecimento de si mesmo e do mundo do qual faz parte.

















Um camarim com roupas e fantasias transporta a todas as crianças ao mundo do faz-de-conta. As crianças escolhem e vestem-se dando asas a imaginação .